O salva-vidas do verão

iPod não, quero um rádio.

iPod não, quero um rádio

Diariamente milhões de pessoas sintonizam a emissora preferida em busca de notícias, informações ou mesmo de conselhos. Até na internet já vemos sua presença. É possível uma interação com os apresentadores por e-mail ou telefone, assim aumentando a proximidade entre locutor e público.
A Rádio Gaúcha, acessada na 600 AM, e este ano com sua estréia no sinal FM 93.7, vem oportunizando inovações dentro desta mídia. A nova plataforma adquirida possibilitou a emissora dar um grande passo em termos de conquista de ouvintes, visto que o alcance é muitas vezes maior, com muito mais qualidade.
Esta semana, agitada principalmente pelos efeitos da natureza, com ventos fortes, gerando grandes frustrações e problemas às comunidades, a Gaúcha destacou em seus boletins, como “Correspondente Ipiranga”, a batalha de moradores para enfrentar estes imprevistos. Temporais, queda de granizo e até possível tornado. As regiões do Vale do Caí foram as principais prejudicadas. As equipes da Defesa Civil Estadual passaram a noite e parte da madrugada de hoje, 12, socorrendo pessoas atingidas pelos temporais no RS.
Desde sábado, 06 de setembro, os noticiários veicularam possibilidades de surgimento de um novo ciclone extratropical, que poderia se formar na costa gaúcha. Hoje, temos dez cidades que já encaminharam decreto de emergência, devido os estragos causados pela forte chuva. São elas: Venâncio Aires, São José do Sul, São Sebastião do Caí, Tabaí, São Pedro do Sul, Sobradinho, Picada Café, Nova Petrópolis, Mato Leitão e Harmonia.
Os veículos midiáticos têm sua função de levar a informação, mas também de auxiliar e contribuir para o bom desenvolvimento da comunidade. A rádio Gaúcha esteve presente em diversas cidades, atualizando as informações, fornecendo conselhos e orientações. Como afirma no Código de Ética do Jornalista, Art. 6º – “É dever do jornalista divulgar os fatos e as informações de interesse público”. Além do principal interesse – o da informação – as mídias são essenciais na contribuição e prestação de serviço. Lidamos com pessoas, vidas e necessidades, elas necessitam de atenção. Se não fosse a mídia para declarar estas condições de calamidades, ficaria bastante complicado para classes C, D e E manifestarem suas necessidades. Os meios comunicativos agem assim como importantíssimos difusores.
Na era da informática, o rádio não fica por menos, caiu na rede de computadores definitivamente e mostra-se como um dos veículos que mais se beneficia da internet. Com essas possibilidades de acesso pela web, pode-se sintonizar sem chiados e sem outros problemas. Além de acesso ao rádio, o ouvinte, agora internauta, pode encontrar além do som, o texto e a imagem.

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